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Mundo Cor de Rosa

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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Alimentação Balanceada para Crianças!!!

   Mamães e futuras mamães, confesso que esse tema para mim anda um pouco difícil, porque os horários em casa é diferente para mim e para o maridão. Mas, estamos em um processo adaptativo... Casa nova, cidade nova, alimentação nova, abandonamos o carro e fazemos praticamente tudo a pé ( já que nossas bikes ainda estão em Penápolis). Eu também necessito de uma mudança radical na alimentação e gostar de exercícios, ahn... Esse último, aff! kkkkk
   Bem, focada nesse assunto procurei "help" nos sites e livros de autoria pediátrica e resolvi postar um plano alimentar para mudar não só a vida dos nossos amados filhos, mais como da família. Ebaaaaaa.... Todos magros e saudáveis. Vale a pena tentar, não vale?

   1. Organize a rotina e o café da manhã
• Comece pelos horários. A criança precisa ter hora certa para acordar, comer, dormir (claro, o fim de semana pede uma flexibilidade maior). Quando isso não é bem definido, o apetite não aparece.
• Se seu filho estuda de manhã, é provável que vocês já acordem cedo. Se ele ainda não frequenta a escola ou estuda à tarde, é recomendado que o café da manhã seja servido entre 7 e 8 horas. Se ele é da turma que prefere ficar mais na cama, ponha para dormir dez minutos mais cedo. No dia seguinte, você acorda ele antes também, assim, sobra mais tempo para a refeição.
• Fique com ele à mesa, sua presença estimula a criança a comer. Para ter esse tempo a mais, deixe tudo o que conseguir pronto na noite anterior: lancheira, troca do uniforme, mesa posta e até os equipamentos de cozinha que você utiliza em cima da pia.
• O café da manhã deve ter: proteína (leite e derivados), carboidrato (pães e bolacha salgada, por exemplo, que dão energia), uma fruta e muita variedade.
• Se seu filho pulava essa refeição, comece pelo leite. É mais fácil aceitar líquidos no começo. Se ele só bebia leite, nos dois primeiros dias bata uma fruta junto e sirva pães com fatias de queijo, por exemplo. Ele não precisa comer, mas os alimentos têm de estar na mesa para ele saber que fazem parte da refeição. Se ele terminar de comer antes dos demais, peça, por exemplo, para montar o seu lanche e diga que ficou gostoso. Nos demais dias ofereça primeiro o pão com uma fatia de queijo, depois a fruta e, por último, o leite.
• Ficar sentado à mesa é o último desafio. Nada de TV ligada ou brinquedos por perto – se isso era costume, ele vai reclamar e chorar. Ainda que você se sinta culpado, não desista.
2. Ofereça variedade de carnes nas refeições
• Monte o cardápio da semana. Outra pessoa pode até servir, mas é você quem precisa dizer o que e como seu filho vai comer. Não repita o mesmo prato no almoço e no jantar – mas não significa fazer tudo de novo. O básico do prato, como arroz e feijão, pode ser o mesmo, mas o acompanhamento não. A carne, por exemplo: filé de frango de dia e desfiado com tomates à noite.
• Chame atenção para a carne. Um jeito fácil de fazer isso é colocando no centro do prato.
• A maneira mais prática de servir qualquer carne é o filé. Para que seu filho não se canse dos bifes, ofereça de outras maneiras: almôndegas, purê recheado com carne, torta de frango, espetinho etc.
• Não faça temperos rebuscados no começo, pode ser mais um empecilho. Use os básicos, como cebola, salsa e alho.
• Se a criança não comer bem no começo, releve. Em vez de dizer: “Ainda falta bastante”, você pode falar: “Nossa, olha só quanto você comeu, será que amanhã vai conseguir comer mais?”
• Se seu filho disser que não quer (e fizer manha), respire fundo e fale que ele não vai comer nada no lugar da refeição. Deixe o prato pronto na geladeira por mais uma hora caso ele mude de ideia.
• Nessa semana não misture carne com legumes. É mais um motivo para ele desistir de comer.
3. Aumente o consumo de vegetais e legumes
• Como são os campeões de recusa, vão, também, dar um pouco de trabalho. Primeiro vá às compras com seu filho. Peça para ele escolher os vegetais e os legumes que quer comer. Diga o nome de cada alimento para ele reconhecer o que vai encontrar no prato depois.
• Sirva uma das coisas que vocês compraram no mesmo dia, se possível. Chame a criança na hora de preparar e mostre que aquele é o alimento que ele escolheu. Peça ajuda para lavar as folhas das verduras. Crianças adoram água, e é um jeito de você falar (de novo) daquele alimento, sem pressão.
• Quando iniciar essa etapa, é importante que você esteja presente na primeira refeição. Se você consegue jantar com seu filho, comece o plano à noite. No dia seguinte, quem cuida da criança deve fazer o mesmo. Não a obrigue a comer, mas deixe o alimento no prato. Quando você provar, reforce o lado positivo: diga que está uma delícia! O legume ou a verdura não podem ser repetidos de uma refeição para a outra. Se o esquema for mantido no almoço e no jantar, ela pode até demorar, mas vai experimentar.
• Servir a salada antes, sozinha, não é uma boa ideia. Você vai ter um trabalho duplo: convencê-lo a comer o primeiro prato e, depois, o segundo. Monte um só, bem colorido, e tenha sempre em mente: do jeito que está, eu sinto vontade de comer?
• Por conta da textura, crianças pequenas, de até 5 anos, aceitam melhor legumes cozidos, e as maiores preferem as cruas. Mas isso não é uma regra.
• Prepare o alimento de uma maneira que seu filho consiga comer com as mãos, cozido ou cru. Pode ser palitinho de cenoura, de abobrinha...
4. Veja o que ainda precisa ser feito e cuide das frutas
• Se tudo funcionou até aqui, é hora de manter sob controle. Se não, pode repetir a semana que não deu certo, no mesmo esquema, e depois vir para cá.
• Agora que as refeições principais estão organizadas, é hora de prestar atenção às frutas. Você precisa servir pelo menos quatro variedades em uma semana, sempre de um jeito diferente. A banana é um bom exemplo: sirva cortada em cubinhos, amassada com aveia ou com um pouquinho de canela (se for hábito na sua casa), em uma salada de frutas etc.
• Para garantir que seu filho vá comer a fruta antes de levantar da mesa – se ele estiver comendo sozinho as chances de dar certo são remotas –, prepare a sobremesa (cortada, batida, amassada) minutos antes de servir a refeição e ponha na geladeira. As crianças não gostam da sensação de que estão perdendo tempo, e você precisa se adiantar à urgência delas.
• Você pode ainda servir um suco de frutas. Opte pelas naturalmente doces, como laranja, mamão, melão e banana, para não precisar adoçar.
HORA DO LANCHE 
Se você tiver bolacha recheada em casa, não adianta querer que seu filho coma outra coisa. Primeiro, deixe de comprar esses alimentos calóricos. No lugar deles pegue: pão de fôrma integral, peito de peru e queijo branco, frutas e polpas (para preparar o suco). Tente servir um pouquinhio de cada. Ah, e pode dar uma fatia de bolo também, mas de preferência sem recheio e cobertura. by Crescer.

   Receitinha de Patê de ricota: Delicioso...


   
Cardápio para crianças de 6 meses a 2 anos
Café da manhãLeite*
1 bisnaguinha com requeijão
¼ de mamão papaia
Leite*
1 fatia de pão de forma com margarina
½ maçã picada ou raspada
Lanche da manhã1 Banana prata amassada¼ de manga amassada ou picada
Almoço1 colher de sopa de arroz
1 colher de sopa de feijão
½ batata cozida
2 rodelas de beterraba cozida
1 colher de sopa de frango desfiado
1 colher de sopa de escarola picada
½ laranja pequena (lima ou ioa)
1 colher de sopa de arroz
1 colher de sopa de purê de mandioquinha
1 colher de sopa de lentinha
½ filé de tilápia (St Peter) desfiado
½ cenoura cozida
1 colher de sopa de chicória picada
purê de goiaba (½ goiaba vermelha batida com ½ copo d´água no mixer e coada).
Lanche da tardeLeite* ou 1 petit suisse para crianças maiores de 1 ano.
3 bolachas de maisena
Leite* ou 1 pote de iogurte sabor vitamina
1 fatia fina de bolo simples
Jantar2 colheres de sopa de polenta mole
1-2 colheres de sopa de carne moída refogada com tomate
1 colher de sopa de brócolis picado
4 morangos
2 colheres de sopa de macarrão para sopa
1-2 colheres de sopa de frango moído
½ cenoura cozida
1 colher de sopa de vagem picada
2 rodelas de kiwi
CeiaLeite*
Ou leite com achocolatado para crianças maiores de 1 ano
Leite*
Ou mingau de aveia para crianças maiores de 1 ano
*6-12 meses, preferencialmente até 24 meses: leite materno ou fórmula modificada para lactentes sem engrossantes e sem açúcar. Mas após 1 ano pode ser oferecido o leite de vaca in natura.

Cardápio para crianças de 3 anos a 6 anos
Café da manhã1 copo de leite com achocolatado
2 bisnaguinhas com margarina
1 copo de leite
¾ de xícara de cereal
Lanche1 copo de suco de laranja1 banana amassada com aveia
Almoço1 folha de alface picadinha com 2 tomates cereja
2 c. sopa de arroz
2 c. sopa de feijão
3 c. sopa de carne moída com chuchu
1 fatia de abacaxi
1 folha de alface em tiras finas com 1 c. sopa de grão de bico
3 c. sopa de arroz com brócolis
1 filezinho de 60g de linguado grelhado
1 taça de salada de frutas
LancheLeite fermentado
1 pêra
1 copo de leite
1 fatia de bolo simples
Jantar1 prato de sopa de verduras com legumes, massinha e carne1 flor de couve e 1 flor de brócolis
3 c. sopa de purê de batata
1 coxa de frango ensopada
Ceia1 queijinho petit suisse1 iogurte de morango



Cardápio para crianças de 7 anos a 11 anos
Café da manhã1 copo de leite com achocolatado
2 bisnaguinhas com margarina
½ papaia
1 iogurte natural batido com morango
4 torradas com geléia
Lanche1 copo de suco de laranja
3 biscoitos simples
Gelatina com maça picadinha
1 barrinha de cereal
Almoçosalada de alface e agrião com tomate cereja e palmito (1/4 do prato)
4 c. sopa de arroz
2 c. sopa de feijão
1 bife (110g) acebolado
2 c. sopa de abobrinha refogada
salada de agrião com repolho roxo e repolho branco em tiras finas com cenoura ralada
4 c. sopa de arroz
2 c. sopa de lentilha
Omelete de escarola com 1 ovo
1 cacho de uva
LancheLeite fermentado
3 biscoitos simples
1 pêra
1 copo de suco de maracujá
1 fatia de queijo minas
1 fatia de pão de forma
Jantar1 prato de sopa de verduras com legumes, massinha e carneFolhas verdes, pepino e tomate e azeitona com peito de peru
(1/4 do prato) 1 xícara de macarrão cozido e três almôndegas cozidas no molho de tomate
Ceia1 queijinho petit suisse1 copo de leite


É muito bom quando nossos filhos aprendem a comer alimentos ricos em nutrientes e menos calóricos, né!
  Podemos substituir alguns ingredientes de acordo com cada cidade e estações do ano.

NÃO ESQUEÇA QUE ÁGUA É FUNDAMENTAL E NÃO TEM RESTRIÇÃO.  OFEREÇA AO BEBÊ E A CRIANÇA TODA HORA, OK?

      Se alguém procura a saúde, pergunta-lhe primeiro se está disposto a evitar no futuro as causas da doença; em caso contrário, abstém-te de o ajudar.
Sócrates
Beijos, beijos e beijosGiu

terça-feira, 28 de maio de 2013

Motivação!!!

        Vamos abordar um tema relacionado a mulheres... Porque , mulheres??? Por que somos nós que exercemos mil coisas ao mesmo tempo e muitas vezes esquecemos de nós mesmas. Sim, esquecemos ou de tão cansadas temos preguiças de ter aquele tempinho para cuidarmos de nossos corpos, mentes e saúde!
        Sempre estamos dispostas a nos doar para casa, filhos, maridos, trabalhos secular, parentes e quando vimos já é hora de dormir e iniciar o ciclo novamente ao amanhecer.... Triste, isso.... Muito triste!!! Envelhecemos sem sequer usufruir de coisas boas que estão ao nosso redor! Não estou falando para ficar escrava da beleza e modismo, não!!! Mas, temos que ter um tempinho para nós. Passeios com as amigas, academia, regime ou re- educação alimentar, roupas novas ( sem exageros, hein...), salão de beleza, massagem........ Tudo que faz uma mulher feliz! E como faz bem....



   Passar a vida se colocando em segundo, terceiro plano só faz mal a você mesma. Mude o foco das coisas e valorize-se!
Algumas mulheres estão sempre em busca de alguém que as ame profundamente.


Esforçam-se e fazem de tudo para agradar, no intuito, ainda que inconsciente, de receberem algum reconhecimento. Assim, se superam e se sobrecarregam e, muitas vezes, sem perceber, vão diminuindo cada vez mais o tempo que tinham para cuidar de si mesmas.
Mas nem agindo assim conseguem obter a atenção do companheiro. Aos poucos vão se sentindo desvalorizadas, desmotivadas, sem ânimo para cuidar delas mesmas, mas continuam se esforçando para cuidar do outro. Se tiverem filhos e um trabalho, o tempo para si praticamente não existe mais.
Procuram manter a ordem de tudo e, quando o marido chega em casa, na maioria das vezes, ignora tudo o que foi feito para que eles possam usufruir o conforto do lar. Alguns homens agem como se tudo que está ali, pronto para que eles possam descansar, fosse realizado num passe de mágica. Nada dizem, nada demonstram, a não ser indiferença.
A mulher que está ao seu lado passa despercebida. Não há um elogio, um carinho e ela se abandona cada vez mais. Alguns não conseguem perceber o mal que estão começando a provocar: carência afetiva. Ele provoca e ela permite. Para diminuir a subnutrição emocional, ela come mais e mais.
Quando há pouco ou nenhum reconhecimento por tudo que se faz é comum perder o interesse em continuar fazendo. Mas, como algumas coisas não são possíveis de serem deixadas de lado, deixam cada vez mais a si mesmas.
Tudo isso acontece num processo lento e quase sempre inconsciente. A desmotivação e a baixa auto-estima começam a se sobrepor. Começa o processo de compensação, quanto menos recebe, menos acredita nela mesma e mais come. Como sente que não consegue ter o prazer de ser amada da forma que gostaria, começa a ter prazer em comer.
Começa uma corrida por vários médicos, como se buscasse em cada um deles a atenção que não recebe do marido. Busca nos grupos de auto-ajuda o incentivo que não encontra dentro da própria família. Comendo mais, engorda e assim começa um círculo vicioso. Come, consulta médicos, faz regime, toma medicações, recorre a tudo que aparece pela frente. Quer realmente emagrecer, mas ainda com o intuito de agradá-lo.


Ele muitas vezes não percebe ou a cobra ainda mais. Durante um tempo, consegue chegar ao peso desejado, mas depois tudo volta como era e a insatisfação diminui ainda mais a vontade de continuar a fazer algo por si mesma. Sentindo que se não é merecedora de nada ou de muito pouco por quem ela faz tanto, passa a não acreditar nela mesma. Não há motivação para continuar.
Na verdade, não é que falta motivação para manter um programa de reeducação alimentar, falta motivação para se sentir merecedora de ser amada, pois não é correspondida em suas necessidades de afeto, atenção, amor. O amor do outro é importante sim, mas é preciso ter a consciência que enquanto não descobrir o amor por si mesma, essa busca desenfreada por algo que a alimente irá continuar. Não há motivação para se amar.
Passados alguns anos, algumas mulheres se dão conta de que algo deve estar acontecendo, não na relação, mas preocupam-se com seu peso que a essa altura já está muito acima da sua média. Esse é o momento de começar a se fazer algumas perguntas.
Desde quando há conflitos na relação? O que a fez aumentar o peso? Será que não começou a comer mais quando esses conflitos começaram e sequer percebeu? O que sente e o que a faz comer compulsivamente? Quando tudo começou? A busca por essas respostas pode fazê-la refletir que o problema não é o peso, ainda que muitas afirmem que seja, mas sim o que gerou esse excesso de peso.
Os conflitos na relação afetiva podem gerar a busca compulsiva pela comida e o excesso de peso, mas depois de incorporado, não são os conflitos que comprometem o resultado de um programa de reeducação alimentar, mas sim quando os novos hábitos que foram adquiridos com tanto esforço são abandonados.
É correto se abandonar pelo fato de alguém, ainda que seja a pessoa que ama, não corresponder ao que espera? É possível depender do amor ou do reconhecimento de alguém para buscar o que quer para você? Até quando vai esperar que alguém te motive para ter a certeza que é capaz de conseguir?

Aquilo que faz a vida ter sentido é o nosso interior. Ainda que valorizemos o externo, é o interno quem deve nos fazer sentir que estamos no caminho certo. E se você não gosta de você mesma e não cuida do seu corpo nem de você mesma como cuidaria de alguém que ama, como espera ser amada?
Enquanto buscar motivação em alguém irá sempre se decepcionar, se frustrar. A motivação está dentro de você e não fora! Claro que você pode ter o peso que deseja, desde que acredite em você, se ame e entenda que comida não é amor!
Por:
Rosemeire Zago 



 Consulte não a seus medos mas a suas esperanças e sonhos. Pense não sobre suas frustrações, mas sobre seu potencial não usado. Preocupe-se não com o que você tentou e falhou, mas com aquilo que ainda é possível a você fazer.
( Papa João XXIII )

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Salada de grãos e tiras de vegetais com molho de iogurte

  Que tal irmos de Receita leve e saudável??? 

    Vamos a receita, espero que gostem... A HANNA ama!!!


Salada de grãos e tiras de vegetais com molho de iogurte

Estamos no outono, mas uma saladinha às vezes cai bem, né?
A receita que dou hoje é inspirada (e só inspirada mesmo) na famosa Salada Coleslaw, feita com repolho cru, bem crocante. A receita tradicional é americana e leva maionese, mas como a intenção é, também, cortar calorias, usei iogurte natural desnatado.  Esta salada é linda, saborosa e, como adicionei grãos à fórmula, o prato sustenta.
Você vai precisar de:
(Serve 2 porções)
- 1 xíc. (chá) de arroz 7 grãos cozido e frio (ou então a mesma quantidade de arroz integral misturado aos grãos de sua preferência, como quinoa, cevada, linhaça etc.)
- 8 folhas de repolho roxo cru cortadas em tiras finas
- 15 folhas grandes de espinafre cru cortadas em tiras finas
- 1 cenoura pequena ralada
- 2 colheres de sopa de alcaparras
- 1/2 xíc. (chá) de queijo tipo trancinha desfiado
- Cebolinha picada a gosto
- 1 pote de iogurte natural desnatado
- suco de 1/2 limão grande ou 1 limão pequeno
- 2 col. rasas (café) de páprica picante
- Sal e pimenta do reino a gosto (o sal talvez possa ser dispensado, já que as alcaparras são bastante salgadas)
Preparo:
Misture tudo em uma vasilha. Os grãos devem estar cozidos e frios para não murcharem as verduras e para que a crocância da salada seja mantida. Sirva a em um recipiente bem bonito, porque vale a pena :)
Essa dica também fica ótima como acompanhamento de carnes de qualquer espécie.

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